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  • sexta-feira, 29 de março de 2013

    Matéria: 10 perguntas e respostas sobre Direito Trabalhista.


    Para você empregador não sofrer com ações trabalhistas e para você empregado conhecer seus direitos.














    1 - Qual o prazo que o empregador tem para efetuar o pagamento de salário ao empregado? O pagamento em moeda corrente, mediante recibo, deverá ser feito até o 5º dia útil do período (mês, quinzena, semana) subseqüente ao vencido. É permitido o pagamento por cheque ou depósito bancário a alfabetizados, desde que o horário do banco permita ao empregado movimentar a conta, devendo a empresa pagar as despesas de condução, se o banco não estiver próximo. A movimentação da conta através de cartão magnético também é permitida.
    2 - Qual o procedimento a ser adotado se o empregado que está cumprindo aviso prévio praticar irregularidades no trabalho? 
    Caso o empregado pratique irregularidades no período do aviso-prévio, o empregador poderá converter a dispensa imotivada (simples) em dispensa por justa causa.
    3 - O que fazer se o empregado demitido, comparecendo ao sindicato ou ao Ministério do Trabalho para homologação da rescisão trabalhista, se negar a receber as verbas devidas? 
    Nesse caso, é recomendável ingressar, no mesmo dia ou no subseqüente, com ação de consignação em pagamento na Justiça do Trabalho, visando demonstrar a intenção de pagar o empregado.
    4 - O que é Convenção Coletiva de Trabalho? 
    Consoante ao art. 611, da Consolidação das Leis do Trabalho, “Convenção Coletiva de Trabalho é o acordo de caráter normativo, pelo qual dois ou mais Sindicatos representativos da categoria econômica e profissional estipulam condições de trabalho aplicáveis, no âmbito das respectivas representações, às relações individuais de trabalho”. O SECOVISP é o sindicado dos condomínios na maior parte do Estado de São Paulo e celebra convenções coletivas com os sindicatos de empregados da categoria em suas bases territoriais.
    5 - Na rescisão por justa causa é possível a homologação pelo sindicato ou no Ministério do Trabalho? 
    Sim, de acordo com a IN-03/2002 (Instrução Normativa da Secretaria de Relações do Trabalho), que não exige a expressa confissão do empregado de haver cometido falta grave para que se efetue a homologação. Realizada a homologação, o empregado, se quiser, pode recorrer à Justiça do Trabalho, pleiteando as verbas não recebidas pelo motivo de sua dispensa.
    6 - O empregado que trabalha no horário noturno caso seja transferido para o horário diurno, perde o direito ao adicional noturno? 
    O empregado perde o adicional, caso seja transferido para o horário diurno, conforme dispõe a Súmula 265 do Tribunal Superior do Trabalho - TST; sendo importante que o empregador obtenha a anuência do mesmo por escrito; caso contrário a mudança de horário não será lícita, por ferir o art. 468 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. É devido o adicional noturno ao empregado que trabalhar no período entre as 22:00 horas de um dia e as 5:00 horas do dia seguinte. Esse adicional é de 20% (vinte por cento) sobre a remuneração do trabalho diurno.
    7 - O empregado que se afastar por motivo de doença, tem o direito de correção salarial igual àquela obtida por outros funcionários, após seu retorno ao trabalho? 
    A legislação determina que o empregado afastado por motivo de doença tem direito à correção salarial que, em sua ausência, tenha sido concedida à categoria a que pertença.
    8 - É possível desistir após ter dado aviso prévio ao empregado? 
    Existe tal possibilidade, pois a rescisão se torna efetiva somente depois de expirado o respectivo prazo. Mas se a parte notificante reconsiderar o ato antes de seu término, a outra parte pode aceitar ou não a reconsideração e, caso aceite, o contrato continuará vigorando como se não tivesse havido o aviso prévio. O aviso prévio é em princípio de 30 (trinta) dias corridos.
    9 - Qual a duração da jornada de trabalho? 
    A duração normal do trabalho, para os empregados em qualquer atividade privada, não excederá a oito horas diárias e quarenta e quatro horas semanais, desde que não seja fixado expressamente outro limite em acordo ou convenção coletiva de trabalho.
    10 - Quantas horas de descanso deve haver entre uma jornada de trabalho e outra? 
    Entre duas jornadas de trabalho haverá um período mínimo de onze horas consecutivas para descanso.
    Fonte: Sindiconet

    quinta-feira, 28 de março de 2013

    Matéria: As regras para tirar o máximo de proveito do LinkedIn


    Confira quais os cuidados básicos que você deve tomar para tornar seu perfil no LinkedIn mais relevante para a sua carreira.




    Complete o perfil

    Pode parecer óbvio, mas muita gente cede à tentação da preguiça e nunca vislumbra o ícone que mostra o perfil 100% completo no LinkedIn. Erro crasso, afirmam especialistas. “Quanto mais dados você colocar, mais chances do seu perfil ser mais visualizado”, afirma Camila Pinheiro, diretora da Pitanga Digital Branding.
    Além de ser favorecido dentro do sistema de buscas da ferramenta, perfis completos tendem a saltar aos olhos dos recrutadores que, geralmente, encaram o LinkedIn como um meio para buscar informações mais profundas dos candidatos.

    Seja minucioso

    Se a ideia de “menos é mais” rege a elaboração dos currículos convencionais, no LinkedIn, a lógica é oposta. Para destacar seu perfil nos sistemas de busca, é essencial listar todas as experiências profissionais que você teve. E isso inclui empresas onde trabalhou, trabalhos voluntários e até cursos que, geralmente, ficam de fora do currículo que você envia às empresas.
    Detalhar suas atribuições (com foco nas palavras-chaves) e conquistas em cada passagem profissional também é essencial. Além de alavancar suas chances no sistema de busca, eleva seus pontos com o recrutador.

    Faça networking

    Na busca interna do LinkedIn, geralmente, ficam favorecidas as páginas ou pessoas que têm alguma relação com o usuário que procura a informação. Isso significa que quanto maior o número de conexões, mais chances de aparecer nas buscas você terá.
    Antes de sair adicionando todos os perfis que encontrar pela frente, é importante ter em mente que, no LinkedIn, ter uma nova conexão significa também mais trabalho de networking pela frente.
    Em outros termos, de nada vale ter uma lista imensa de contatos se você não mantém qualquer relação além de um primeiro clique com cada um deles. Você perderá pontos caso um headhunter peça referências para um de seus contatos e ele não souber dar informações.

    Participe de grupos

    Os grupos do LinkedIn têm mais a oferecer do que o papel de simples ponte para novos contatos profissionais. Participar dos grupos certos pode render informações mais atualizadas sobre seu setor (o que é essencial para uma entrevista de emprego, por exemplo), além de visibilidade para os principais recrutadores do país. “Se você posta algo relevante, você acaba se destacando”, diz Camila.
    Abuse dos aplicativos
    Para dar mais visibilidade para seu trabalho, não relegue os aplicativos do LinkedIn ao ostracismo. Com eles é possível disponibilizar todas as apresentações de slides que você elabora, os posts de seu blog e até mostrar os livros que leu e está lendo.

    Recomende e seja recomendado

    “A recomendação no LinkedIn é aval de que o trabalho foi bem feito”, afirma Sérgio Sabino, diretor de marketing da Michael Page. Por isso, é sempre uma boa pedida exibir na sua página depoimentos que endossem seu perfil profissional. Pedir recomendações de uma maneira sutil e recomendar outras pessoas são duas estratégias eficazes. Cuidado, apenas, para não queimar seu filme neste processo. Não pega bem pedir por uma recomendação quando a pessoa sequer conhece bem seu trabalho.
    Diga não aos feeds automáticos

    Para economizar tempo, muita gente opta por ferramentas que sincronizam as informações postadas nas mais diferentes redes sociais. Camila não aconselha esta prática. “Postar a mesma coisa fica maçante. Mostra que você não teve cuidado”, diz. E não só isso. Lembre-se que cada ferramenta tem a sua vocação. “São coisas diferentes para trabalhar. É um erro misturar”, afirma a especialista.

    Espalhe

    Feito (tudo) isso, é hora de tornar o link do seu LinkedIn conhecido. Adicione o endereço ao seu cartão de visitas, à assinatura do seu e-mail, à sua descrição em outras redes sociais e por aí vai.

    Fonte: Exame

    domingo, 24 de março de 2013

    Matéria: Por Dentro de Uma Entrevista


    Conhecer os valores, as motivações e a personalidade dos jovens é a grande preocupação dos recrutadores desde a etapa online da seleção de um programa de trainee. Em vez das tradicionais questões como "Quais são seus pontos fortes e fracos?" e "Como você se imagina daqui a cinco anos?", entram perguntas como "Que legado você espera deixar nesta empresa?" ou "Qual a decisão mais difícil que já tomou em sua vida?". Por meio delas, serão analisados fatores como autoconfiança, autoconhecimento, iniciativa, capacidade de adaptação, maturidade e habilidade para gestão de conflitos. Portanto, a forma como as perguntas são construídas também merece atenção especial. "Preferimos construí-las com base em exemplos concretos ou situações pregressas. O comportamento que você adotou numa situação passada costuma predizer como você reagirá na mesma situação no futuro", diz Maíra Habimorad, sócia da Cia de talentos, empresa que assessora corporações de médio e grande porte nos seus programas de trainee.


    Prova de fogo
    A seguir, oito exemplos de perguntas feitas pelos recrutadores e o que está sendo avaliado emcada uma delas. Você vai notar que, em algumas, os empregadores estão atrás de experiências que confirmem as competências do candidato ou a forma de aprendizado, uma rotina que tem sido cada vez mais utilizada nas entrevistas de seleção. Assim, elevam-se as chances de garantir que a química entre candidato e empresa realmente exista e reduz-se o índice de abandono dos programas pelos trainees.

    Que legado você quer deixar nesta empresa?
    Por meio da resposta, os recrutadores avaliam o perfil profissional do candidato e o que ele prioriza. "A resposta pode ser: aumentar o faturamento; formar pessoas; criar um projeto inovador. Cada uma delas sugere um perfil: analítico, voltado para pessoas ou criativo", diz Maíra Habimorad, da Cia de Talentos.


    Você teve oportunidade de liderar um projeto? Conte-nos como foi o processo.
    A pergunta avalia o estilo de liderança do candidato. "Vamos analisar se a iniciativa do projeto foi dele, se ele permitiu que outras pessoas colaborassem, como distribuiu as tarefas, se foi capaz de identificar problemas no projeto e se teve humildade para fazer as correções necessárias", diz Danilo Castro, diretor da Page Personnel.

    De que forma você busca autoconhecimento? 
    "As respostas podem ser muitas: lendo, na religião, na terapia, fazendo coaching — e todas elas são válidas. O que importa mesmo é saber se a pessoa realmente busca autoconhecimento", diz Maíra Habimorad. A pergunta só é formulada dessa forma para forçar o candidato a dar um exemplo concreto. Assim, os recrutadores podem desmascarar futuros trainees que responderiam "sim" mesmo que não tivessem preocupação real com o tema.

    Entre seus amigos, como você é lembrado?
    Por meio dessa pergunta, o candidato é chamado a discorrer sobre suas qualidades e defeitos e a mostrar como lida com a visão que outras pessoas têm dele. "Podemos avaliar como ele transita entre os demais e sua habilidade nos relacionamentos interpessoais, observando, por exemplo, se o jovem fica na defensiva quando os outros falam dos defeitos que enxergam nele", diz Danilo Castro, da consultoria Page Personnel. 

    O que você sabe sobre si mesmo hoje que não sabia há cinco anos?
    Essa é mais uma pergunta que apura o grau de autoconhecimento do candidato. "Quem não tem essa preocupação pode simplesmente dizer que aprendeu inglês", ilustra Maíra Habimorad. Mas aquele que busca o autoconhecimento tende a dar um exemplo de decisão que tomou com base em experiências anteriores. "Pode ser uma resposta como: ‘Descobri que definitivamente não quero carreira acadêmica porque já trabalhei num projeto do tipo na faculdade e vi que não é para mim’", exemplifica a consultora. 

    Por que escolheu esta empresa e não a concorrente?
    A questão permite avaliar se o candidato estudou o mercado no qual está tentando ingressar, se entende o negócio e se de fato se identifica com os valores da companhia — de cuja seleção está participando. 

    Qual a decisão mais difícil que já tomou em sua vida?
    O grau de maturidade do candidato e a forma como faz suas escolhas são investigados nessa pergunta. "Essa decisão foi difícil mesmo? O que ele levou em conta ao tomar essa decisão? Do que precisou abrir mão? Esses são alguns pontos que estão por trás da questão e que vamos observar", diz Maíra Habimorad, da Cia de Talentos.

    Conte uma situação em que precisou trabalhar com uma pessoa difícil.
    Esse tema analisa a capacidade do candidato de trabalhar em equipe, sua habilidade de conviver com a diversidade e sua flexibilidade. "Vamos observar, por exemplo, se ele tentou entender o ponto de vista da outra pessoa, por que ela agia da forma que o incomodava, ou se apenas impôs sua ideia, desconsiderando a forma de pensar do outro", exemplifica a consultora Maíra, da Cia de Talentos.


    Fonte: Você S/A

    Vídeo: Você e as oportunidades.

    Um Professional Coach, irá te auxiliar no planejamento para conquista do sonho de empreender.
    +Leonardo Amorim

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    segunda-feira, 18 de março de 2013

    Matéria: Pratique Ousadia!






















    Em uma das paredes da sede do Facebook, em Nova York, está escrito, bem grande, proceed and be bold, algo como “prossiga e seja ousado”. A rede social criada pelo americano mark Zuckerberg detectou que a ousadia é um valor tão importante para seu negócio que fez questão de incorporá-lo à sua cultura e disseminá-lo entre seus funcionários. Além do quartel-general nova-iorquino, a frase está estampada em outros escritórios da empresa, inclusive na filial brasileira, em São Paulo. 

    Mas há outros lemas que combinam com ousadia, como “fracasse duramente” ( fail harder) e “movimente-se rápido” (move fast). o que o Facebook quer, assim como várias empresas, é disseminar para seus profissionais uma mentalidade de trabalho inovadora e corajosa, fundamental para obter sucesso em mercados que passam por muitas e rápidas mudanças. 

    “Quando as empresas pedem ousadia, elas querem, na verdade, profissionais comprometidos com os objetivos da corporação”, afirma Mireia Las Heras, professora de desenvolvimento profissional da escola espanhola de negócios Iese. Em uma pesquisa feita no ano passado pela empresa de treinamento corporativo LAB SSJ, de São Paulo, com 159 líderes de 32 companhias brasileiras e multinacionais, a capacidade de assumir riscos, uma das características centrais da ousadia, ficou em terceiro lugar — as duas primeiras estão l igadas à comunicação. 


    “Como o mercado está muito aquecido, com uma guerra por bons profissionais, este é um bom momento para ousar na carreira”, diz Mauro Mercadante, diretor de projetos de desenvolvimento do LAB SSJ. “Aquele que demonstra estar aberto e disponível é visto com bons olhos e certamente terá uma boa oportunidade.” As empresas valorizam profissionais que se arriscam, aceitam o novo e enfrentam mudanças. Não apenas porque essas pessoas ajudam a corporação a resolver problemas, mas porque elas mostram que sempre estarão prontas para passar por transformações e para arriscar. 


    “Se o profissional demonstra naturalmente que está disposto a mudar, a organização sabe que ele poderá ajudá-la a chegar a resultados melhores”, afirma Clara Linhares, professora de gestão de pessoas da Fundação Dom Cabral, de Minas Gerais. Por isso, profissionais que aceitam uma expatriação, por exemplo, tendem a crescer mais rápido na companhia. Eles demonstram a seus chefes e pares que estão dispostos a encarar desafios em contextos diferentes e que conseguem arriscar. A importância que as empresas dão à ousadia também pode ser medida pelo perfil profissional exigido em programas de trainee. 


    Entre as atitudes e competências buscadas nos jovens aspirantes a líderes estão o inconformismo, a criatividade e a capacidade de traçar objetivos e alcançá-los com rapidez — características que poderiam ser sintetizadas como ousadia. “A ousadia está ligada à responsabilidade e à tomada de decisões”, diz Danilca Galdini, sócia-diretora da nextview, empresas de pesquisas do grupo DMrH, que auxilia grandes corporações a realizar os programas de trainee e é parceira do Guia VOCÊ S/A – As Melhores Empresas para Começar a Carreira. 


    Ser arrojado não é uma competência esperada apenas de áreas comerciais ou criativas. Departamentos mais sisudos, como finanças ou direito, também dão importância a essa atitude. “o advogado que tiver a habilidade de ser técnico, o que é bom, mas consiga visitar clientes, gerar negócios e ser dinâmico passa a ser uma peça essencial”, diz carlos Ferreira, sócio da consultoria de recolocação 4hunter, especializada nas áreas jurídica e financeira. “um advogado que não souber ser ousado está fadado a não crescer.”

    Expatriação extrema.

    Ousadia: Há dois anos, Luana Cardozo, de 30 anos, executiva de vendas da fabricante de papel International Paper, viu a abertura de uma vaga interna para ir trabalhar na China por dois anos. Aquela seria a primeira oportunidade global de expatriação da empresa na região, que representa 15% das vendas da regional brasileira. Mesmo sem saber falar mandarim nem nunca ter morado em outro lugar senão Mogi Mirim, cidade do interior de São Paulo com 86 000 habitantes, Luana arriscou e se candidatou à vaga em Xangai, cidade com 23 milhões de habitantes. “Eram metas, culturas e pessoas diferentes”, diz Luana, que conseguiu a vaga. 



    Lição: Na hora de negociar, Luana mostrou que aquela oportunidade seria boa para todos. Para ela o ganho seria a longo prazo. No futuro, Luana vislumbra ser gerente de exportação, área que responde por 35% do volume produzido pela empresa. “Sabia que aprimoraria meu inglês e faria contato com o escritório asiático, um importante parceiro.” Uma atitude ousada, que fez a empresa vê-la como uma profissional determinada e corajosa.





    Risco calculado 

    Ousadia: Ao tornar-se, há dois anos, vice-presidente da unidade de agronegócio da Basf, multinacional alemã do setor químico, Maurício Russomano, hoje com 37 anos, percebeu que precisaria mudar o modelo de negócio da área. As estratégias de marketing deveriam ter como foco o agricultor, não mais o distribuidor. Decisão ousada para uma área que não mudava sua fórmula. 



    Lição: Apesar de radical, a medida foi calculada e pensada. Durante os três primeiros meses no cargo, Maurício teve aulas com um técnico agrícola para aprender os pormenores do mercado. “Não sou ousado sem pensar, sempre tento diminuir meu risco”, afirma Maurício. “Eu tenho medo, me preocupo com as consequências de minhas ações.” O executivo lançou mão de uma das atitudes mais importantes para a ousadia: ler o ambiente. Viver e entender o ambiente em que se está inserido é essencial para conseguir tomar decisões e ousar. Sem isso, o risco de errar aumenta e a confiança em ousar diminui.


    Sentimento de dono 
    Embora não seja um traço comum a todos os profissionais, a ousadia pode ser desenvolvida e praticada. nas empresas, muitas vezes é chamada de sentimento de dono, usada quando a corporação pede comprometimento, responsabilidade e iniciativa a seus funcionários. na suzano, uma das maiores produtoras de celulose do país, o sentimento de dono virou pauta recentemente. 

    Para melhorar a eficiência e a competitividade, os funcionários estão sendo estimulados a treinar habilidades que os façam participar do negócio mais ativamente. entre elas, ter maior senso de responsabilidade e coragem de arriscar. “ao ousar, o profissional supera as expectativas convencionais”, diz carlos alberto Griner, diretor de recursos humanos da suzano. a disposição para enfrentar desafios também acelera o aprendizado e proporciona ao profissional mais confiança para avançar na carreira — o que é bom para ele e para os negócios. 


    Na petroquímica Braskem, o funcionário é instigado a assumir o papel de empresário de um negócio. A atitude empreendedora é treinada e cobrada constantemente, pois tem ligação com a autonomia. 


    “Quando um profissional tem autonomia, ele desenvolve o sentimento de propriedade e consegue realizar por conta própria”, afirma Marcelo Arantes, vice-presidente de pessoas da Braskem. Um dos aspectos da autonomia é a liberdade para tomar decisões sem depender de aprovação ou amparo de outras pessoas. 



    É justamente nesse contexto que a ousadia encontra espaço para ser exercida com mais tranquilidade — em um momento de tomada de decisão, a sensação de responsabilidade é importante. Em outras palavras, o profissional só pode ser ousado se estiver seguro o suficiente do caminho a seguir e tiver clareza dos riscos que corre caso a escolha esteja errada. As decisões devem ser tomadas tendo como base todas as informações disponíveis. “Se for assim, mesmo se a decisão estiver errada, é possível aprender com ela”, diz Marcelo. 


    Do lado oposto, ser ousado sem percorrer um processo decisório consistente é irresponsabilidade. “Ousadia sem planejamento e sem conhecimento é inconsistente”, diz a professora Clara Linhares, da Dom Cabral. Por isso, para ousar é preciso estar preparado. Não adianta ser ousado no momento em que a empresa está em recessão, por exemplo. A decisão ousada depende do contexto e da capacidade de leitura do ambiente profissional. “É preciso saber até onde você pode ir e como jogar”, afirma Andréa de Paula Santos, sócia da Ascend RH, empresa de recrutamento. 


    Fazer essa análise sugere captar os sinais, interpretálos a partir do conhecimento prévio e tirar conclusões. Com esse relatório em mente, é possível saber se vale a pena ousar ou não. É importante lembrar que as empresas criam regras e restrições para impedir que erros ocorram — o que acaba por inibir os profissionais mais predispostos a assumir um comportamento ousado. 


    “A cada vez que a organização perde um cliente, aumenta custos ou tem algum desperdício, ela cria regras para que aquele erro não aconteça novamente”, afirma Marcos Hashimoto, coordenador do centro de empreendedorismo da Faap, de São Paulo. “A empresa entende que é melhor perder a capacidade de ousar do que cometer erros”, diz.



    Direto ao presidente 

    Ousadia: Para ser contratado pela Votorantim Metais, empresa em que hoje é diretor comercial, o mineiro Victor Breguncci, de 37 anos, tomou uma atitude arriscada. Em 2008, o executivo tinha recém-terminado um MBA na escola de negócios suíça IMD, uma das mais renomadas do mundo, e a Vale, empresa em que trabalhou por sete anos e que bancou o curso, não tinha onde realocálo por culpa da crise financeira. 


    Sabendo disso, Victor mandou um e-mail para o então presidente da Votorantim Metais, João Bosco Silva, apresentando-se e pedindo cinco minutos para uma conversa. Na mensagem, Victor mostrava, muito discretamente, o interesse em trabalhar na empresa. A resposta chegou no dia seguinte pela manhã: “Prezado Victor, grato por sua mensagem. Alguém de nossa organização vai contatá-lo”. Em três meses foi contratado para ser o novo gerente comercial da área de zinco do grupo. 


    Lição: Victor foi ousado por estar suficientemente seguro de que reunia qualificações para trabalhar na empresa. Ele era formado em engenharia metalúrgica, falava cinco idiomas e tinha 11 anos de experiência em desenvolvimento de negócios e vendas. Viveu na França, quando trabalhou na Embraer no começo de carreira, e na Alemanha, na Índia e na Suíça, na época em que estava na Vale.


    “Sabia que poderia ser muito útil”, diz. Sua ousadia o ajudou a impulsionar sua carreira. Depois de um ano no cargo, o executivo foi promovido a diretor comercial da divisão de metais, que representa 19% da receita líquida da Votorantim Industrial. Saber os limites da ousadia ajuda a não errar.


    Como praticar a ousadia 

    Como todo hábito, a ousadia depende da repetição. Entre as principais atitudes ligadas a ela estão: tomar decisão, arriscar, ler ambientes e planejar.

    Uma das formas de ser ousado sem correr grandes riscos é fazendo pequenas apostas, como defende o escritor americano Peter Sims em seu último livro, Little Bets (“Pequenas apostas”, ainda sem edição no Brasil). 

    “A estratégia de apostar pequeno abre a possibilidade de fazer acontecer”, diz Peter. “O lance pequeno não tem grande risco e é acessível, além de dar recompensas, também pequenas, mas palpáveis.”

    Essa estratégia pode ser usada em todas as atitudes ligadas à ousadia. É possível tomar pequenas decisões e arriscar. Com o tempo, elas ganham proporções maiores. É claro que erros poderão ocorrer. 

    O importante é aprender com eles. “Profissionais ousados são capazes de fazer experimentos, pequenos projetos, antes de se lançar em um projeto maior”, afirma Mireia Las Heras, do Iese.

    Com o tempo, a frequência das recompensas aumenta e, mesmo que uma cartada não dê certo, você saberá como lidar com ela.
    Para saber se o caminho está certo, avalie os resultados. Pergunte- se “como e por que fiz daquela forma?”, “por que me dediquei àquilo?”, “como e por que cheguei àquele resultado?”. 

    “No dia a dia, reflita sobre o processo, avalie o resultado desses experimentos e faça pequenas mudanças”, diz Mireia. Assim você conseguirá avaliar os possíveis erros no futuro e ousar mais, pois terá mais segurança. 


    No livro O Poder do Hábito – Por Que Fazemos o Que Fazemos na Vida e nos Negócios (Ed. Objetiva), o jornalista americano Charles Duhigg explica que para um hábito ser criado é preciso levar em conta um ciclo com três etapas.

    O primeiro é a circunstância, ou seja, uma faísca que faz você repetir uma rotina comum. A segunda etapa é a rotina. A maneira como você age a partir dela gera uma recompensa, completando o ciclo do hábito.

    No caso da ousadia, são os hábitos das atitudes que precisam ser mudados. Oportunidades para arriscar surgem o tempo todo. Pode ser uma conversa com um gestor, que o ajudará a crescer em um futuro próximo, ou a chance de fazer uma apresentação diferente a um cliente. O que deve ser mudado é a forma como você responde a essa circunstância.


    Se o comum é não assumir risco, o resultado será semelhante aos anteriores. Ao mudar o hábito, você se sentirá mais seguro para ousar cada vez mais e mostrar à empresa que está disposto a ajudá-la a crescer. Isso trará resultados para a sua carreira e para os negócios. Se não der certo, aprenda com o erro. O importante é prosseguir e continuar sendo ousado.



    Fonte: Você S/A

    Livro Gratuito: TOP - Mercado de Valores Mobiliários Brasileiro


    A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) acaba de lançar o livro Mercado de Valores Mobiliários Brasileiro elaborado pelo Comitê Consultivo de Educação da CVM.
    O texto do livro está em formato digital é pode ser baixado gratuitamente em versão pdf no site Portal do Investidor administrado pela própria CVM (http://www.portaldoinvestidor.gov.br/).
    Ele se encontra disponível através do linkhttp://www.portaldoinvestidor.gov.br/publicacao/LivroTOP.html
    O livro representa uma iniciativa do Comitê Consultivo de Educação da CVM, que engloba também a ABRASCA, a ANBIMA, a ANCORD, a APIMEC, a BM&FBOVESPA, o IBRI, e tem por objetivo servir como material de referência para cursos sobre o mercado de capitais do Brasil em nível universitário.
    O material é leitura obrigatória para todos aqueles que se interessam em aprender sobre o mercado de capitais. Com a vantagem de ser gratuito e da melhor qualidade, atestada pelo peso das instituições responsáveis pela sua elaboração.
    Boa leitura a todos e ótima segunda-feira.
    Fonte: Investidor em Ação

    quinta-feira, 14 de março de 2013

    Vídeo: Você troca tempo por dinheiro?


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    Matéria: Dicas para falar com objetividade




    1 - Delimite o assunto. De maneira geral, os assuntos são abrangentes e compostos de diversos aspectos. Por isso, para ser objetivo é importante que você saiba que aspecto é mais relevante para a exposição que deseja fazer.

    2 - Selecione os argumentos importantes. Para ser objetivo é preciso incluir apenas os argumentos mais relevantes, deixando de lado aqueles que considerar frágeis ou inconsistentes.

    3 - Não repita argumento. Por mais importante que seja o argumento reprima o ímpeto de repeti-lo muitas vezes. Além de correr o risco de enfraquecer a linha de argumentação você poderá ser visto como prolixo.

    4 - Conte qual é o assunto. Revele qual o assunto e o resultado da sua exposição logo no início. Para parecer objetivo você não pode ficar com segredinhos para a platéia - quanto antes contar sobre as conclusões que vai chegar melhor.

    5 - Esclareça qual o problema que pretende solucionar. Em uma ou duas frases será possível informar de forma compreensível qual o problema que será objeto de resolução. Se os ouvintes estiverem ouvindo o assunto pela primeira vez, talvez, haja necessidade de um rápido histórico.

    6 - Apresente a solução. Sem repetir o problema já levantado apresente a solução. Neste momento evite divagar, seja direto com os argumentos.

    7 - Use ilustração. Se precisar esclarecer a solução apresentada use ilustração. Evite, entretanto, fábulas e parábolas, prefira histórias concretas, da própria vida corporativa. Elas servem como argumento e dão ideia de objetividade.

    8 - Seja breve na introdução. Agradecer a presença das pessoas ou ao convite que recebeu para falar é uma maneira simples e eficiente para iniciar. Como você precisa passar a ideia de que será objetivo, diga logo no início também que será rápido em suas explanações.

    9 - Seja mais breve ainda na conclusão. Depois de completada a apresentação não volte aos pontos já abordados, parta imediatamente para a conclusão. Uma ótima expressão para concluir é: 'eu espero que...'. A partir daí você poderá pedir a reflexão ou ação dos ouvintes.

    10 - Pareça objetivo. Ser objetivo é importante, mas parecer objetivo, talvez, ajude ainda mais. Por isso, não se preocupe só em falar pouco, tenha a preocupação de conseguir tudo o que deseja no menor tempo possível. Mesmo que para isso precise falar um pouco mais.

    Fonte: Reinaldo Polito

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    quarta-feira, 13 de março de 2013

    Vídeo: Aprenda a tomar decisões


    O processo de coaching também lhe auxilia na tomada de decisões assertivas, oferece à você ferramentas de análise em diferentes pontos de vista, e além disso lhe prepara para uma maior confiança para uma tomada de decisão. Busque um Professional Coach.

    terça-feira, 12 de março de 2013

    Matéria: Como fazer um bom currículo


    Você já deve ter lido centenas de textos e guias sobre como elaborar um bom currículo, mas aqui estão algumas dicas que com certeza são novas para você e vão ajudar a deixar seu currículo ainda melhor!
    Primeiro é importante que você saiba quais são os principais objetivos de um currículo:
    1. Atrair a atenção do RH
    Em meio a milhares de currículos que o selecionador de RH recebe todos os dias, fazer com que ele se interesse exatamente pelo SEU currículo é o primeiro passo.
    2. Manter o selecionador interessado na leitura
    Após despertar o interesse do selecionador de RH pelo seu currículo, você precisa fazer com que ele continue querendo ler seu currículo até o fim.
    3. Ser convocado para a entrevista
    Após o selecionador de RH ter lido totalmente o seu currículo, você só será convocado para a entrevista se o selecionador tiver tido uma boa impressão e gostar do que leu. Se suas experiências estiverem condizentes com seus objetivos profissionais, se o currículo está bem escrito, sem erros de português, entre muitos outros fatores que vou comentar neste post.
    Pensando nisso, desenvolvi uma forma bastante prática para construir um bom currículo.
    Primeiramente vamos dividir o currículo em duas partes:
    1. Identificação, dados pessoais e dados de contato
    2. Dados de formação e da sua vida profissional
    A primeira parte é bem simples e fácil. Vamos deixar o nome sozinho, numa linha e escrevê-lo com fonte número 12.
    Abaixo do nome colocaremos os outros dados, divididos em duas colunas, uma alinhada à esquerda e outra à direita. Vamos utilizar aqui fonte número 10.
    Faça uma linha de divisão entre a parte 1 e 2 e vamos agora para a segunda parte.
    Comece a segunda parte com seu Objetivo Profissional. Ele deverá estar sozinho na linha e ser escrito com uma fonte maior do que a do seu nome. Vamos utilizar aqui o tamanho 14 para fonte.
    Agora, vamos subdividir estes próximos textos em cinco grandes grupos, sendo eles:
    • Grupo 1:  Principais Qualificações
    • Grupo 2: Formação e Experiências profissionais
    • Grupo 3: Idiomas, cursos e informática
    • Grupo 4: Prêmios, viagens e trabalhos voluntários
    • Grupo 5: Observações ou Informações Adicionais
    Relembrando os três objetivos que o currículo precisa atingir e fazendo um paralelo com o que já dissemos até agora:
    As informações do Grupo 1  servem para atrair a atenção do selecionador para o seu currículo e criar nele a vontade de continuar lendo.
    Os outros grupos (de 2 a 5) são relacionados ao objetivo número 2, que é manter a atenção do selecionador, e a ordenação destes grupos serve para apresentar as informações de acordo com a relevância de cada assunto. As informações mais relevantes aparecem primeiro. Com isso, continuamos mantendo a atenção do selecionador para a leitura total do currículo.
    Por fim, a informação que estiver contida no currículo e a forma como esta foi escrita é que despertará, ou não, o interesse do selecionador para chamá-lo a uma entrevista presencial.
    Veja no gráfico abaixo uma ilustração que demonstra a estrutura básica de um currículo:
    Coloque no Grupo 1 seus pontos mais fortes, pode ser sua formação, ou uma de suas experiências profissionais, ou um prêmio importante, uma viagem, enfim, qualquer coisa que esteja muito alinhada com o seu objetivo profissional e que seja muito relevante para o cargo pretendido.
    Já nos grupos 2, 3 e 4, você pode alterar a ordenação das informações que estão dentro de cada grupo. Por exemplo, no Grupo 1, se você tiver pouca experiência profissional e uma boa formação, deixe a Formação em primeiro lugar e a experiência em segundo. Já, se você tiver mais idade e sua experiência profissional for bastante relevante, coloque as experiências profissionais primeiro e só depois, a sua formação acadêmica.
    Faça o mesmo com os outros grupos, ordene-os internamente de acordo com as suas informações mais relevantes.
    Fonte: Blog Curriculum

    segunda-feira, 11 de março de 2013

    Matéria: Estou participando de um processo seletivo, aviso meu chefe?





    E uma dúvida é muito comum neste momento: como devo proceder junto à empresa na qual eu estou trabalhando? Devo mentir quanto ao dia da entrevista ou devo falar ao meu chefe que estou participando de um processo seletivo para trabalhar em outra empresa?

    A resposta é: depende.

    É fato que a grande maioria dos profissionais não informa a atual empresa da sua participação em outros processos seletivos. Isto porque é natural que haja medo de algum tipo de represália ou desconfiança por parte do atual empregador, por este achar que o funcionário perdeu a crença na empresa, a motivação em trabalhar e passa a desconsiderá-lo como importante dentro do time.

    E isto de fato pode acontecer. Alguns empregadores tem uma relação com seus funcionários muito focada na retenção de talentos, o que pode ser desastroso quando pensamos na gestão de talentos no médio prazo.

    Mas não é mais surpresa quando profissionais chegam até mim dizendo que seus gestores tem pleno conhecimento de que eles estão participando de processos seletivos. É cada vez mais comum empresas focadas em engajar seus times e não mais retê-los somente.

    Por isto a decisão de contar ou não ao seu empregador da sua participação em outros processos seletivos é atrelada ao estilo da sua relação com seu gestor e à cultura da empresa na qual você trabalha hoje. A transparência é sempre bem-vinda, mas é preciso conhecer como sua comunicação será recebida no ambiente organizacional no qual você se encontra.

    O mais importante durante qualquer processo seletivo é você ser verdadeiro com você mesmo. Não faz sentido entrar em um processo seletivo e dar continuidade nele se você no fundo não quer sair da empresa.

    E se você for sair mesmo, também é importante sempre sair com as portas abertas e não deixar nenhum “esqueleto dentro do armário” para quem for lhe suceder na posição que você está deixando.

    Afinal, independentemente de onde você trabalha hoje ou em qual empresa trabalhará amanhã é o seu nome que fica vinculado às suas ações e são elas que constroem sua história.

    Fonte: Você S/A

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    sexta-feira, 8 de março de 2013

    Matéria: Vida Saudável - Do escritório ao dormitório.
























    A saúde é algo que está cada vez mais em pauta, sem ela não nos movemos, não criamos e em desarmonia, até nossa auto-estima vai pro espaço.

    Para muitos o estresse e a falta de tempo são as maiores armadilhas para o desequilíbrio do corpo e mente, e aí “oxigenar” pode ajudar, e muito – falamos disso numa matéria anterior. Fora todo o estresse que acumulamos em nossas vidas frenéticas e com “zero” tempo para nós, outro fator que não ajuda é que muitos passamos a maior parte do tempo trabalhando sentados, o que definitivamente não é a melhor coisa do mundo, isso a gente já sabe …

    De profissionais de grandes corporações à profissionais liberais, apaixonados ou não por aquilo que fazemos, muitas das profissões escolhidas não oferecem grande agito. E sem que a gente perceba essa falta de movimento vai gerando uma estagnação, a energia fica estancada e com o tempo isso pode gerar aumento de peso e até sedentarismo. Mas como é que conseguimos driblar a nossa rotina pra não acumular aquele peso extra que tanto nos tira a auto-estima e a motivação?! Afinal ninguém merece passar o pouco tempo que tem duelando com a balança ou lutando com o espelho. Já temos preocupações suficientes, certo?!

    Dentro do assunto li numa revista estrangeira uma matéria dando algumas dicas bacanas sobre como podemos ajudar nosso corpo a funcionar, mesmo dentro da nossa rotina. Separei as dicas que achei mais interessantes, espero que possam ajudar aqueles que estão buscando um equilíbrio maior com seu corpo e por consequência sua mente. Aí vão:

    MANTER UMA BOA HIDRATAÇÃO – Água mantém o metabolismo funcionando e segura a onda do apetite. Desidratação ao contrário, ajuda a parar de queimar gordura. “Legal beber pelo menos uma garrafa grande de água por dia e beber um copo de água antes das refeições também ajuda a inibir aquela fome de leão” – explica a nutricionista Lynn Clay. Dica: cortar as bebidas alcoólicas pois elas inibem o efeito dos queimadores de gordura.

    HORA DO CAFEZINHO – Vale a pena tentar trocar o cafezinho por chá verde que é excelente na queima de gordura, cada 4 xícaras por dia ajudam a queimar 100 calorias. Alguns temperos também são ativadores do metabolismo, pra aqueles acostumados em colocar pitadas de cacau no café, a simples troca por canela já ajuda a ativá-lo.

    DORMIR O SUFICIENTE – Estudos mostram que isso é vital caso a gente queira realmente lutar contra a balança. Enquanto dormimos liberamos hormônios que queimam gordura e suprimem nosso apetite. “Se não dormirmos o suficiente geramos o efeito oposto, uma vez que o corpo começa a liberar hormônios que acumulam gordura, como por exemplo o cortisol” – fala a personal Jilian Michaels. Dica: Caso precise aumentar seu sono, bacana tomar magnésio e zinco 90 minutos antes de dormir (consultar seu médico).

    DÁ-LHE VITAMINA C – Novas pesquisas mostram que aqueles que tomam 500mg de vitamina C diariamente queimam 39% mais gordura quando fazem exercício. Essa dose diária pode ser ingerida através de complexos vitamínicos ou de sucos de polpa concentrada de frutas que tenham essa vitamina. Essa tá fácil, pois além de fazer bem os sucos são uma forma gostosa de aliviar a vontade por algo doce sem aquela culpa de sempre…

    SAIR PRA CAMINHAR – Andar pode queimar mais calorias do que jogging. O segredo é caminhar em passos rápidos. “Naquela velocidade em que você fica sem ar mas pode manter uma conversa” – diz Joanna Hall, autora do livro “The GI Walking Diet”. Alternar pequenas corridas ao longo da caminhada também pode fazer um bom efeito. Uma opção que vale para todos é trocar os elevadores por escadas. (Isso eu fazia muito durante um tempo e posso dizer que realmente funciona!)

    TROCAR A ROTINA DOS EXERCÍCIOS – para aqueles que já tem uma prática esportiva bacana fazer um revezamento de atividades. O corpo se acostuma muito rápido a qualquer trabalho esportivo sendo assim nossos músculos diminuem a queima de gordura, uma vez que já se acostumaram aquele exercício. Mudar o tipo de atividade ajuda pois além de nos sentirmos mais motivados com novos desafios, o nosso corpo também tem que aprender novos comandos ajudando na queima de mais calorias. A escolha da atividade também é fundamental pois ir contrariado para a academia gera outro tipo de frustração que acaba não sendo nada saudável.

    Saúde gera energia, que gera ativação, que gera entusiasmo. No final das contas saúde e entusiasmo andam juntos. Espero que tenham gostado das dicas.

    Fonte: Você S/A
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