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  • sexta-feira, 26 de abril de 2013

    Texto: A Diferença Entre Chefe e Líder


    Saiba quais são as atitudes de um chefe e a de um líder, e o que tomar cuidado na posição de liderança.



    Para que você compreenda quais são as principais características que separam o líder de um chefe, é preciso entender que sobre diversos aspectos as habilidades e comportamentos são muito próximos de um e de outro, porém algumas habilidades essências e sutis é que realmente diferenciam na hora de tomar uma decisão, é nas ações que podemos reconhecer, se sou um chefe ou um líder, se tenho um chefe ou se tenho um líder.

    Para melhor ilustrar o que estou tentando colocar à vocês vamos exemplificar com situações, tendo como ponto de vista as habilidades comportamentais necessárias e envolvidas ali e os cuidados que devem ser tomados, e a partir daí, faça a reflexão de que atitude você tem tomado ou que atitudes tem visto serem tomada.

    DELEGAÇÃO

    Diante da delegação de tarefas em uma equipe, é importante dividir as responsabilidades respeitando os pontos fortes dos indivíduos do grupo, extraindo assim o máximo do potencial de cada um em prol de um objetivo em comum.

    O Chefe: Ele irá tomar decisões baseadas em seu “achismo”, para reforçar sua figura de poder diante de seus liderados, fará isso de forma arbitrária. 

    O Líder: Fará com que cada um se posicione acerca da responsabilidade que quer tomar, e usará sua percepção para delegar de maneira a encontrar um equilíbrio entre a tarefa e a pessoa designada para ela.

    Pontos de atenção: Aqui precisa tomar cuidado para não se perder, em alguns momentos é preciso impor aquilo que considera mais adequado.

    TAREFA

    Nas tarefas em grupo, durante a execução de qualquer projeto a constante motivação e acompanhamento dos trabalhos é fundamental para colher resultados positivos, evitar retrabalho e desgaste na posição de liderança, ao ter.

    O Chefe: Como passou as responsabilidades, cobra os resultados, pouco motiva porque acredita que a remuneração e o emprego são motivos suficientes para o desempenho, quase não se envolve aguardando o prazo determinado.

    O Líder: Acompanha de perto o passo a passo do que é feito por seus liderados, entende que a motivação é essencial para alcançar resultados diferenciados, faz constante feedback do que deseja alcançar e a situação atual.

    Pontos de atenção: Ao se envolver demais no processo, pode atropelar a execução de seus colaboradores, causando desconforto quanto a autonomia de cada um, tanto do trabalho quanto da tomada de decisões.

    ERROS E ACERTOS

    O Chefe: Coloca a responsabilidade sobre o fracasso em uma pessoa, e o sucesso em sua chefia. Fazer bem feito nada mais é que obrigação de quem é pago para fazer um trabalho, esse é o pensamento de chefe.

    O Líder: Assim como dividiu as tarefas e obrigações, dividi os erros e os louros do sucesso, entende que o processo foi fruto de um trabalho em conjunto.

    Pontos de atenção: O líder corre o risco de não ter o seu trabalho valorizado, com o pretesto de que a equipe é forte, e que o resultado viria naturalmente sem o seu trabalho.

    Existem outros aspectos pelos quais podemos analisar e outra situações que mostram a diferença entre líder e chefe, neste momento trouxemos alguns pontos sob a visão das softs skills, habilidades presentes na chamada inteligência emocionall (IE), que hoje são hoje tão importantes e apreciadas pelo mercado quanto o fomoso QI.

    Reflita se suas atitudes estão lhe encaminhando para ser chamado como chefe, ou como líder.

    --

    Leonardo Amorim
    Consultor de Recursos Humanos na Heach Brazil, USA and Latin America Corp e Professional Coach Internacionalmente Certificado.

    quarta-feira, 24 de abril de 2013

    Texto: Como Realizar um Projeto



    Na realização de uma atividade é preciso ter responsabilidade, o colaborador que busca se destacar deve ter cuidado com aquilo que faz, um bom trabalho deve ser planejado, executado com dedicação e ser revisado, além de um feedback claro do seu superior hierárquico.

    É claro sempre buscamos adiantar nossos prazos para conclusão do projeto em que estamos trabalhando, mas não podemos deixar a pressa apagar a eficiência e assertividade, é aquela famosa máxima, “A pressa é inimiga da perfeição.”, e no retrabalho, caso ele ocorra, além de ser muito estressante para quem terá que fazer é muito mal visto para quem você está realizando aquela atividade.

    PLANEJAMENTO:
    Em primeiro lugar para se realizar um bom projeto vamos começar pelo planejamento, como na história de Alice com o gato, escrito por Lewis Carroll, “para quem não sabe para onde vai qualquer caminho serve”.

    Entenda a finalidade para a qual o trabalho será realizado, não caia no erro de uma suposição, questione seu cliente (Chefe, colega...) quais são as expectativas, tome nota delas, pois são os seus norteadores.

    O famoso Briefing, termo usado na administração, publicidade, entre outra áreas, nada mais é que o ato de planejar, buscando uma rota de ação, ao que se deseja projetar.  Para isso você pode usar de ferramentas do Coaching, entre tantas outras.

    EXECUÇÃO:
    Num segundo momento, ao partir para a execução tome cuidado para estar ligado as expectativa de seu cliente e no objetivo que se pretende atingir.

    Um trabalho realmente bem feito, supera as expectativas, mas como surpreender sem perder o foco, que é a grande questão que quero tratar. Neste momento você corre o risco de sair do caminho, na intenção de superar as expectativas.

    Reavalie se o que se está fazendo atende as expectativas analisadas no seu Briefing, e o que você preparou de “extra” é realmente uma boa sacada. Caso tenha dúvidas, não faça, mantenha o foco na satisfação, é melhor um ótimo feijão com arroz, do que um prato requintado sem um bom tempero.

    VENDA:
    Isso mesmo, venda, afinal o seu projeto nada mais é que um produto, e seu cliente tem que comprar o seu “peixe”. De nada adianta uma ótima ideia em que ninguém acredita.

    Mostre que o que havia sido levantado no briefing está sendo entregue, que as expectativas e necessidades que haviam sido colocadas estão sendo ali atendidas. E aí sim, mostre sua carta na manga, o que você preparou para surpreender, incorpore o seu lado vendedor, e entregue isso com um brinde.

    Entendendo e respeitando essas etapas, você terá enormes chances de sucesso, vale lembrar ainda que há sempre habilidade e criatividade nesse processo, então deixe sua mente voar.

    quarta-feira, 17 de abril de 2013

    Matéria: 10 principais dúvidas dos patrões sobre a PEC das Domésticas



    1) Quais são os direitos que devem ser cumpridos de imediato, após a promulgação da PEC?

    Recebimento de um salário mínimo ao mês inclusive a quem recebe remuneração variável; pagamento garantido por lei (o patrão não poderá deixar de pagar o salário em hipótese alguma); jornada de trabalho de 8 horas diárias e 44 horas semanais; hora extra; respeito às normas de segurança de higiene, saúde e segurança no trabalho; reconhecimento de acordos e convenções coletivas dos trabalhadores; proibição de diferenças de salários, de exercício de funções e de critério de admissão por motivos de sexo, idade, cor ou estado civil ou para portador de deficiência e proibição do trabalho noturno, perigoso ou insalubre ao trabalhador menor de 16 anos.

    2) Quais são os novos direitos previstos na PEC que precisarão de regulamentação para passar a valer?

    A PEC lista os seguintes direitos: adicional noturno; obrigatoriedade do recolhimento do FGTS; seguro-desemprego; salário-família; auxílio-creche e pré-escola, seguro contra acidentes de trabalho e indenização em caso de despedida sem justa causa.

    3) Quais são os direitos que os domésticos já tinham mesmo antes da PEC?

    Pagamento de, ao menos, um salário mínimo ao mês; integração à Previdência Social (por meio do recolhimento do INSS); um dia de repouso remunerado (folga) por semana, preferencialmente aos domingos; férias anuais remuneradas; 13ª salário; aposentadoria; irredutibilidade dos salários (o salário não pode ser reduzido, a não ser que isso seja acordado em convenções ou acordos coletivos) e licença gestante e licença-paternidade e aviso prévio, além de carteira de trabalho (CTPS) assinada.

    4) Como será feito o controle da jornada de trabalho?

    A jornada máxima estabelecida na PEC é de 8 horas diárias e 44 horas semanais.A remuneração prevista por hora extra é de, no mínimo, 50% a mais da hora normal. O advogado Alexandre de Almeida Gonçalves sugere que seja feita uma folha de controle de ponto. O documento deve ter duas cópias, uma para o empregado e outra para o empregador. O empregado deve anotar, diariamente, a hora de entrada e de saída do trabalho, além do período de almoço realizado. As duas vias devem ser assinadas todos os dias, pelo patrão e pelo empregado, e guardadas (esse documento serve como respaldo jurídico, protegendo ambas as partes). Se o empregador desejar, ele até pode adquirir um equipamento de controle de ponto, mas seu uso não é obrigatório (apenas empresas com mais de 10 funcionários são obrigadas a fazer o controle com o equipamento).

    5) O horário de almoço está incluído nas 8 horas diárias e 44 horas semanais previstas na jornada de trabalho?

    Não. A jornada estabelece apenas as horas de trabalho. O período de almoço não é incluído e deve ser contado à parte. Exemplo: um doméstico que entra no trabalho às 8h e tem uma hora de almoço precisa sair às 17h, pois ficou uma hora sem trabalhar para almoçar. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o período destinado a descanso para repouso e alimentação não poderá ser inferior a uma hora ou superior a duas horas, salvo acordo escrito entre empregado e empregador.

    6) Se a jornada de trabalho será de 8 horas diárias e 44 horas semanais, o que deverá ser feito no caso dos domésticos que trabalham menos do que isso, como 6 horas diárias e 36 semanais?

    Legalmente, a jornada máxima será de 8 horas diárias e 44 horas semanais, exigindo pagamento de hora extra caso a quantidade seja ultrapassada. Contudo, nada impede uma jornada menor, que deve ser especificada na carteira de trabalho, explica o advogado Alexandre de Almeida Gonçalves, especialista em direito empresarial e concorrencial. Se especificar uma jornada menor na carteira, contudo, o patrão terá de pagar hora extra sobre o que exceder o horário descrito na carteira. O patrão pode, porém, registrar em contrato a jornada de 8 horas diárias e 44 horas semanais e dispensar o doméstico mais cedo quando precisar. Se o doméstico já era contratado antes, o salário integral dela deve ser mantido, já que a lei prevê que o valor não pode ser reduzido, explica o advogado. Caso seja feita uma nova contratação (de um doméstico que não trabalhava na residência antes), contudo, o especialista explica que é possível fazer o cálculo do valor da hora de acordo com o salário mínimo ou com o do piso regional (onde tiver) e pagar um salário proporcional. Por exemplo, levando em conta o salário mínimo federal de R$ 678. Esse valor dividido por 176 horas mensais dá R$ 3,85 por hora. Se o doméstico for trabalhar 22 horas semanais, o salário deverá ser de, no mínimo R$ 339, explica o advogado Paulo Salvador Ribeiro Perrotti. Os especialistas orientam, contudo, que a jornada menor deverá estar especificada em contrato.

    7) O pagamento do FGTS será obrigatório de imediato? De quanto é o recolhimento?

    Não. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, o depósito obrigatório do FGTS terá início apenas após regulamentação. Hoje, o depósito é opcional. Ele corresponde a 8% do salário e deve ser pago integralmente pelo empregador. Em caso de demissão sem justa causa, o empregador também é obrigado a pagar 40% sobre o montante de todos os depósitos realizados durante a vigência do contrato, devidamente atualizados, na conta vinculada do empregado, diz o Portal Doméstica Legal.

    8) O pagamento obrigatório de FGTS será retroativo à data de admissão?

    Não, o depósito não será retroativo. A obrigatoriedade passará a valer apenas após a data da regulamentação, de acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego.

    9) Pode-se trocar uma folga por semana por duas e adicionar as 4 horas da jornada aos 5 dias trabalhados, cumprindo-se aproximadamente 8 horas e 40 minutos ao dia? 

    Da forma como determina a PEC, a jornada máxima de trabalho por dia é de 8 horas, prevendo pagamento de hora extra no que ultrapassar o limite. Dessa forma, é possível distribuir as 44 horas semanais em seis dias de trabalho (ficando 7 horas e 30 minutos ao dia, aproximadamente). O advogado Alexandre de Almeida Gonçalves explica, contudo, que a PEC dá mais forças a acordos e convenções coletivas da categoria. Para ele, se um acordo coletivo estipular que é possível compensar as quatro horas a mais de um dia durante os demais, sem o pagamento de horas extras, aí sim será permitido. Já Mário Avelino, presidente do Portal Doméstica Legal, afirma que é, sim, possível fazer a compensação das horas no decorrer da semana. No texto da PEC, contudo, não há nada detalhado sobre o assunto.

    10) Como será o pagamento de adicional noturno?

    O direito é um dos que exigem regulamentação para ser aplicado às domésticas. Sem isso, não dá para saber como será o cálculo. A lei atual prevê que o trabalho noturno, nas atividades urbanas, é o realizado entre 22h e 5h.

    Fonte: G1.globo.com

    terça-feira, 16 de abril de 2013

    Matéria: Redes Sociais - Que imagem você quer construir?




    Nos dias de hoje, todos nós, gradativamente, nos rendemos aos apelos das redes sociais. Empresas e profissionais que estão ao largo desse movimento, no médio prazo, pagarão um preço pela falta de interatividade e por andar na contramão das tendências do mercado. Afinal, ninguém cresce sozinho e nutrir uma boa rede tem suas vantagens. Participar de ambientes virtuais e tecer novos contatos virou quase uma obrigatoriedade. Sejam em situações sociais ou profissionais, surge sempre a pergunta clássica: "Você está no Twitter, Facebook. LinkedIn , MySpace, Orkut ou..?



    Aderimos às inovações virtuais para não corrermos o risco de sermos o "diferente" do grupo. Independente dos diversos interesses relativos às necessidades e às expectativas de cada um, acessar o universo das redes sociais nos traz a sensação de fazer parte de um mundo sem fronteiras, onde a viabilidade dos nossos objetivos, independente do quão distante possa parecer, resume-se apenas a uma questão de tempo.



    As redes sociais viabilizam, também, o compartilhamento das informações, em curtíssimo tempo, contribuindo para o processo de divulgação de culturas e novos conhecimentos, através da troca entre grupos com interesses afins. Ao ampliarmos nosso nível de conhecimento potencializamos nossa conectividade, pois quanto maior o saber maior a abrangência de contatos.



    Contudo, como em qualquer ambiente coletivo, seja ele virtual ou não, temos que nos certificar do nosso real propósito e estabelecer uma postura convergente com o que queremos conquistar. Mesmo que essa conquista refira-se apenas à aquisição de novos contatos. Nesses termos, uma estratégia de atuação definida e um mínimo de zelo pela própria imagem devem ser requisitos básicos antes de nos lançar às cegas nas redes sociais.



    É estranho encontrar pessoas como, por exemplo, no "Twitter", que tornam públicas suas rotinas pessoais, sem economia de detalhes, para milhares de "followers" com os quais não mantêm um nível de relacionamento que justifique essa conduta. Temos de zelar pela imagem como queremos ser vistos e lembrados.



    Determinados pormenores da nossa vida pessoal devem ser comentados através de mensagens diretas, com aqueles com quem compartilhamos de certa intimidade, e não divulgados nas esferas das redes sociais. É mais prudente agir dessa maneira, pois devemos lembrar que investimos grande parte do nosso tempo na construção de uma boa imagem, e, às vezes, por um deslize, a comprometemos por uma vida inteira.



    Uma maneira de atuar com segurança e eficiência nas redes sociais é elaborar um perfil em linha com o tipo de relacionamento que você deseja trabalhar. Se sua opção for exercer relações de trabalho, assuma uma postura profissional e não ceda ao impulso de se descontrair demais para não comprometer seu objetivo.



    Lembre-se que uma boa imagem é construída dia a dia por cada um de nossos gestos e atitudes. Se "paredes têm ouvidos", o que dizer das redes sociais. Portanto, cuidado com aquilo que você torna público! No mais, aproveite as inúmeras vantagens dos circuitos virtuais e "faça a diferença".

    Fonte: RH.com.br

    terça-feira, 9 de abril de 2013

    Matéria: Se a gente já sabe, por que não faz alguma coisa a respeito?


    Há algumas semanas, estava dando um workshop sobre equilíbrio entre vida pessoal e profissional para um grupo de presidentes de empresas. No meio da programação, quando estávamos discutindo a fundo todas as dificuldades enfrentadas por quem trabalha muito (cada vez mais) e tem pouco tempo para a vida pessoal (cada vez menos), eis que um dos presentes diz, em alto e bom som, ao mesmo tempo em que olhava para a tela de seu Blackberry:

    “A gente já sabe disso tudo. Por que não vamos logo para a conclusão?”

    Respiro, aguardo, não respondo e sigo em frente, aguardando o momento certo.

    Com os modelos mentais estabelecidos da idade adulta, normalmente aprendemos pouco e aplicamos o aprendizado menos ainda. Tendemos a ler sem praticar, ouvir sem escutar, testemunhar sem refletir sobre o que estamos vivendo e fazendo com nossas vidas. E o trabalho, que ocupa uma parte significativa de nosso tempo, cabeça e esforços, pode colaborar para um estado de existência vendada, caso nosso foco esteja somente no dinheiro, na promoção, na caixa de mensagens ou na rotina ensandecida que não damos conta.

    Precisamos desenvolver a capacidade de trabalhar a altitude e a atitude em nossas rotinas. A altitude é o olhar de cima, ou a partir da perspectiva interna. Diz respeito ao nível de consciência com o qual estamos vivendo nossas vidas, o significado de nosso trabalho, as metas que estabelecemos para nós mesmos, o nosso grau de autoconhecimento, o que queremos construir, não só em termos de patrimônio, mas em termos de existência, de legado. A atitude é o quanto de disciplina aplicamos para tentar viver a altitude. É a iniciativa para construir, transformar e dominar nossas escolhas, para viver uma vida mais plena, e mais consciente.

    Como o tal presidente no meu workshop disse “já sabemos disso tudo…”.



    Mas se sabemos, por que não agimos? Se temos o conhecimento, por que precisamos ser lembrados? Se sabemos que somos viciados nos smartphones, por que não os desligamos quando chegamos em casa? Se nos olhamos no espelho e vemos que estamos comendo demais e nos exercitando de menos, por que não tomamos uma atitude? Se percebemos que estamos trabalhando o tempo todo e perdendo o vínculo emocional com quem mais amamos, por que não tentamos resgatar o diálogo ou pedimos ajuda? Se nos sentimos exaustos por dormir cada vez menos por que seguimos tomando remédios ou levando trabalho para casa, e constantemente atrapalhamos nosso próprio sono? Se não damos conta de tudo o que temos para fazer no dia-a-dia do escritório, por que nos sabotamos perdendo tempo no cafezinho, nas redes sociais ou não terminando o mais importante no expediente normal, para depois ter que ficar até mais tarde ou trabalhar no final de semana? Poderia seguir com inúmeros outros exemplos, mas acho que já passei a mensagem.

    E como chamar este tipo de comportamento? Se sabemos disso tudo, o nome só pode ser auto sabotagem. Se não percebemos nada disso, falta de autoconhecimento.

    E não tem jeito: consciência é reflexo tanto de autoconhecimento como de disciplina. Em outras palavras, é preciso se esforçar para enxergar a si mesmo, como um primeiro passo, para então se esforçar ainda mais para começar a mudar, para buscar o equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional.

    Na busca do equilíbrio, precisamos de Consciência, Cuidado e Presença. Consciência para entender e se dar conta de nossas rotinas, nossas escolhas e as razões de nossa ansiedade, angústia ou falta de perspectiva na sequencia interminável de 2as feiras que podemos estar vivendo. Cuidado, neste contexto, significa a atenção que temos que ter conosco, com nossa vida pessoal, com nossa saúde e espiritualidade. E Presença? Presença é a consciência sendo colocada em prática de forma recorrente, diária. Nos entregáveis do trabalho, na rotina inebriante da correria e do pouco tempo até para respirar, nas consequências de nossas escolhas. E presença também se aplica às nossas relações com os outros, com quem amamos: significa prestar atenção, desligar o celular, ouvir e querer entender, conversar sem fazer mais nada ao mesmo tempo, dar a importância que queremos receber quando a situação é oposta…

    Mas já sabemos disso tudo, não é mesmo? E por que não colocamos em prática?

    Porque é muito difícil. A era do muito nos engole e cria um piloto automático. Muito trabalho, muito trânsito, muita tecnologia, muita informação. Foco no externo, no fazer, no ter.

    Mas sabemos que a vida é mais do que isso, tem que ser mais do que isso. Me refiro a temas cruciais de nossas vidas, mas que paradoxalmente quase não temos tempo para vivê-los: nossa saúde, família, amigos, sentimentos, crescimento pessoal e espiritual.

    O desafio real é conciliar estes dois mundos, e colocá-los na mesma direção. Prosperar no trabalho e na vida pessoal.

    Voltando para a pergunta do tal presidente no meu workshop, um pouco adiante na minha fala, retomei a pergunta dele, e disparei como uma metralhadora giratória. Se sabemos, por que não agimos, não exercemos, não vivemos? Derramei uns bons cinco minutos de provocações e argumentos para o grupo, sem parecer que a resposta era individual. Logo em seguida, ele largou o Blackberry e começou a me ouvir. Consciência, cuidado e presença ao lado dele na sala. Mais alguns minutos e ele estava anotando, participando, colaborando. Espero que esteja até hoje, em sua vida e escolhas.

    Como vimos, não basta saber. É preciso agir, com consciência, disciplina e atenção. Lembrando que não existem atalhos ou fórmulas mágicas. O esforço é tão grande quanto o do trabalho, ou até maior.

    Mas a recompensa, esta não tem comparação.

    Fonte: André Caldeira - Exame

    segunda-feira, 8 de abril de 2013

    Matéria: O perigo das respostas rápidas e das decisões relâmpago!



    Responda rápido: Um taco e uma bola custam R$ 1,10.  O taco custa 1 real a mais que a bola. Quanto custa a bola?

    Fácil, não é? Porque eu perguntaria isso aqui?

    Não precisa ser bom de matemática para acertar a resposta, mas é preciso estar muito atento para responder que a bola custa 5 centavos.

    Tradução: "Pense fora da caixa"


    X é o preço unitário do taco. 
    Y é o preço unitário da bola.

    Se eu compro um de cada ao preço total de 1 real e 10 centavos, eu tenho:

    X + Y = 1,10

    Eu tenho duas variáveis, sendo que uma é deduzível da outra quando eu digo "o preço dos tacos é um real A MAIS que o preço da bola". Logo, tenho que X = 1 + Y. Então, eu tenho:

    (Y + 1) + Y = 1,10
    2 Y + 1 = 1,10
    2Y = 1,10 – 1 = 0,10
    Y = 0,05

    Pasme: no livro Rápido e Devagar – Duas formas de pensar, o nobel em ciências econômicas e teórico das finanças comportamentais, Daniel Kahneman, informa que e esse probleminha foi aplicado a milhares de estudantes de Harvard, MIT e Princeton, e mais de 50% deles chegaram à mesma resposta que você – e eu também, hei de confessar – pensou a princípio: 10 centavos. Resposta errada.

    Se essa gente tão gabaritada incorreu nesse erro, temos de considerar a possibilidade da escolaridade ou inteligência interferir muito pouco em respostas dadas assim, rapidamente. Na verdade, o maior perigo desse problema estava no comecinho: “Responda rápido”.

    Kahneman, juntamente com outros estudiosos, vem dedicando esforços a detalhar a atividade do que chamam de Sistema 1 e Sistema 2. Vou abordar esse assunto com mais profundidade em um outro momento, mas em linhas gerais, podemos atribuir ao Sistema 1 a nossa capacidade intuitiva imediata e ao Sistema 2 nossa capacidade de conectar dados e racionalizar respostas. Você sabe fazer contas, mas esse problema não estava no seu repertório. Daí a resposta imediata equivocada.

    E onde essa história toda cruza com o seu dinheiro? Muitas vezes somos solicitados a aproveitar promoções imperdíveis, a fazer uma compra “agora” com algum desconto ou a aproveitar a visita ao banco para comprar aquele título de capitalização ou um seguro qualquer. O seu Sistema 2 é bem preguiçoso e vai te dar a resposta mais fácil sempre. Se meia dúzia de argumentos dados em cinco minutos te convenceram, sinto lhe informar, mas possivelmente você está tomando uma decisão equivocada.

    Ninguém está falando aqui para você esquecer a sua intuição – até porque não é possível. Mas vale a pena fazer um esforço para contabilizar e racionalizar suas decisões econômicas – sejam elas financeiras ou não. Aquelas perguntinhas de sempre (Eu preciso ou eu quero? Eu posso gastar com isso? Faltará dinheiro no futuro próximo caso eu diga sim?) podem e devem vir acompanhadas de um punhadinho de contas com calma e precisão. Assim, você traz a decisão para o seu Sistema 2 e evita que a intuição te leve para o que o coração diz e não para o que o bolso pede.

    O professor dá em seu livro uma lição para todos nós que tomamos decisões financeiras o tempo todo: “Nós sabemos que as pessoas que deram respostas intuitivas perderam uma dica muito óbvia; eles deveriam ter imaginado que ninguém incluiria em um questionário uma pergunta com uma resposta tão óbvia.” Quando parecer bom demais, desconfie: é melhor voltar para casa e pensar com calma antes de dizer sim.

    Fonte: Barbara Ladeia

    E em sua vida, você tem pensando fora da caixa?
    Como toma as suas decisões?

    sexta-feira, 5 de abril de 2013

    Matéria: + 10 perguntas e respostas sobre Direito Trabalhista.



    11- O trabalho realizado em dia feriado não compensado é pago de que forma? 
    A cláusula pertinente ao trabalho em domingos e feriados (folgas trabalhadas) da Convenção Coletiva de Trabalho dos Empregados em Edifícios e Condomínios, determina a remuneração em dobro do trabalho em domingos e feriados não compensados, sem prejuízo do pagamento do repouso remunerado, desde que, para este, não seja estabelecido outro dia pelo empregador.
    12 - Qual é o prazo para pagamento da remuneração das férias e abono solicitados? 
    O pagamento da remuneração das férias e do abono será efetuado até dois dias antes do início do respectivo período.
    13 - Quantas vezes o empregado pode faltar ao serviço sem perder o direito às férias?
    Após cada período de doze meses de vigência do contrato de trabalho, o empregado terá direito às férias, na seguinte proporção, conforme a CLT: “I - 30 dias corridos, quando não houver faltado ao serviço mais de 5 vezes; II - 24 dias corridos, quando houver tido de 6 a 14 faltas; III - 18 dias corridos, quando houver tido de 15 a 23 faltas; IV - 12 dias corridos, quando houver tido de 24 a 32 faltas “.
    14 - Qual é o prazo para pagamento das verbas oriundas da rescisão do contrato de trabalho? 
    De acordo com o parágrafo 6º do art. 477 da Consolidação das Leis do Trabalho, o pagamento das parcelas constantes do instrumento da rescisão ou recibo de quitação deverá ser efetuado nos seguintes prazos: • até o primeiro dia útil imediato ao término do contrato; • ou até o décimo dia, contado do dia da notificação referente à demissão, quando da ausência do aviso-prévio, indenização do mesmo ou dispensa de seu cumprimento.
    15 - Em caso de morte do empregado, qual o procedimento que o síndico deve ter para efetuar a rescisão? 
    Em virtude da morte do empregado, o pagamento dos direitos cabíveis pode ser efetuado aos seus dependentes habilitados perante a Previdência Social (Certidão de Dependentes emitida pelo INSS), ou mediante apresentação de alvará judicial.
    16 - Qual a quantidade de horas extras permitidas para o funcionário de condomínio? 
    Conforme preceitua o art. 59 da CLT, a duração normal do trabalho poderá ser acrescida de horas suplementares, em número não excedente a duas horas por dia.
    17 - As horas extras ficam incorporadas ao salário? 
    A incorporação das horas extras ao salário não vigora mais, em função do Enunciado 291, do Tribunal Superior do Trabalho que assim determina: “A supressão, pelo empregador, do serviço suplementar prestado com habitualidade durante pelo menos um ano, assegura ao empregado o direito à indenização correspondente ao valor das horas mensais suprimidas para cada ano ou fração igual ou superior a seis meses de prestação de serviço acima da jornada normal. O cálculo observará a média das horas suplementares efetiva-mente trabalhadas nos últimos 12 meses, multiplicado pelo valor da hora extra do dia da supressão”. Não é necessário homologar tal ato perante o sindicato ou delegacia do trabalho.
    18 - Como proceder caso o empregado abandone o emprego? 
    No caso de abandono de emprego por mais de 30 dias, o empregador deverá notificar o empregado para que compareça ao local de trabalho; Se comparecer e não justificar, fica caracterizada a desídia (faltas reiteradas ao serviço), o que enseja a dispensa por justa causa. Caso não compareça, o abandono de emprego fica configurado. A notificação poderá ser feita pelo correio com AR, telegrama ou pelo Cartório de Títulos e Documentos. Aviso pela imprensa não tem grande valor perante a Justiça do Trabalho.
    19 - Existe algum critério de precedência para aplicação de penalidades ao empregado, no caso de suspensões e advertências?
    Não há ordem de precedência na aplicação de penalidades aos empregados; todavia, deve haver bom senso na aplicação das mesmas. Assim, se a falta cometida não ensejar a imediata demissão por justa causa, poderá ser dada uma advertência por escrito ao empregado ou aplicar-lhe uma suspensão, que não poderá ser superior a 30 (trinta) dias consecutivos (“A suspensão do empregado por mais de 30 dias consecutivos importa na rescisão injusta do contrato de trabalho” – art. 474 da CLT). dores estão obrigados à implementação do chamado Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO, o qual prevê a realização de exames médicos dos seus empregados.
    20 - Qual o prazo que o empregado tem para solicitar a primeira parcela do 13º por ocasião das férias?
    O empregado poderá fazer a solicitação até o dia 31 de janeiro. A Lei nº 4.749/65, que criou o 13º salário, prevê a antecipação da primeira parcela entre os meses de fevereiro e novembro de cada ano. A referida lei não obriga o pagamento do adiantamento no mesmo mês a todos os empregados.
    Fonte: SindicoNet

    quinta-feira, 4 de abril de 2013

    Matéria: As Três Perguntas Estimuladoras Da Criatividade




    Alguém já disse e eu acredito: atualmente, sai ganhando não a empresa que faz mais, mas a que faz primeiro. A Pfizer que o diga, com o seu imbatível Viagra.

    Essa premissa deveria levar as empresas a investir mais no desenvolvimento da capacidade de iniciativa e de ousadia do seu pessoal responsável tanto pela criação e realização de programas internos, quanto pelo desenvolvimento e lançamento de novos produtos e serviços.

    Na maioria das empresas, muitas coisas deixam de ser feitas por não se tentar fazê-las. E assim, ótimos negócios abortam antes de serem propostos, produtos deixas de ser fabricados, serviços deixam de ser oferecidos, projetos não saem do papel, boas idéias perdem-se em palavras entusiasmadas, mas logo esquecidas.

    Por que isso acontece, quando sabemos da ferrenha competitividade do mercado e da ânsia geral das empresas em lançar novidades?

    A este respeito, gostaria de fazer alguns comentários:

    Alguns profissionais – apesar de altamente competentes – têm como forte característica de personalidade o excesso de cautela, de prudência - o que, não raro, deixa-os a um passo do tradicionalismo e do convencionalismo. Tais profissionais limitam-se a fazer o óbvio, o lógico e o convencional. Enquanto isso, outros profissionais pecam pelo extremo oposto: são também competentes, mas inconsequentemente ousados, aventureiros e jogadores, correndo ou fazendo a empresa correr riscos desnecessários.
    Bom, nem tanto ao céu, nem tanto à terra. Bom senso e equilíbrio não fazem mal a ninguém.

    Claro que aquela primeira e tímida postura não favorece em nada nenhum tipo de crescimento ou desenvolvimento. Nada teria sido inventado ou descoberto ao longo de toda a história da humanidade – em qualquer área e segmento da vida humana – se arrojados pioneiros não tivessem tentado ações consideradas como "absurdas" e "impossíveis". Eu penso nisso toda vez que vou colocar minhas lentes de contato. Já pensaram na reação da equipe daquele "louco" quando, pela primeira vez, teve a "absurda" idéia de propor a fabricação de "pequenos círculos de vidro" para serem aplicados diretamente sobre nossos sensíveis olhos?

    Para dar um exemplo mais atual: até há pouco tempo, alguém pensaria ser possível, viável ou lucrativo fabricar uma máquina fotográfica sem filme? E, no entanto, estão aí as câmeras digitais vendendo que nem água (a propósito, água vende muito?). É por essas e outras que a criatividade anda em alta nas empresas. O mercado está apinhado de livros, consultores, cursos e palestras sobre o tema. E isso é muito bom, porque ainda tem muita coisa para ser renovada, recriada, repensada e mesmo criada nos processos administrativos e operacionais das empresas. E há principalmente muita coisa para ser descoberta ou inventada e oferecida a um mercado sempre receptivo a novidades interessantes ou úteis.
    Nos meus tempos de consultor, eu me divertia muito falando sobre criatividade. Até porque criatividade é algo intimamente relacionado com alegria e bom humor. Não existem pessoas mal-humoradas que sejam criativas – e vice-versa. Pessoas mal-humoradas costumam ser formais; pessoas formais têm o pensamento essencialmente linear. E a criatividade movimenta-se através de caminhos tortuosos e imprevisíveis. Loooogo...

    Como estava dizendo, desde que as aprendi, sempre usei e até hoje recomendo três perguntas "mágicas" para ajudar no desabrochar da criatividade. Acho mesmo que todo profissional que trabalha com propaganda, marketing, pesquisa, criação, desenvolvimento de projetos, produtos e serviços, deveria imprimir estas três perguntas em letras garrafais e afixá-las em sua sala de trabalho, em lugar bem visível.

    PRIMERA PERGUNTA: "E SE...?" – Tudo aquilo que um dia criou-se e se inventou começou por essa pergunta. E se... fabricássemos um carro que voa? Veio o primeiro e rudimentar avião. E se fabricássemos uma caixa através da qual a gente pudesse ouvir e ver imagens? Veio a televisão. E se fossemos até Marte? E se desintegrássemos o átomo? E se misturarmos "a" com "b"? E se adicionarmos...? Faça uma experiência prática na sua casa: nestes dias chuvosos de inverno, quando toda a família está sem poder sair, reúna o pessoal e convide todo mundo a dar idéias a respeito de como preencher criativamente o tempo, começando a sugestão sempre por E se...?.

    SEGUNDA PERGUNTA: "E POR QUE NÃO?" - A melhor idéia do mundo não resultará em nada se a reação interior de quem a propõe não for "E por que não?". Ou seja, a própria pessoa precisa acreditar no seu taco. A mesma reação é esperada da equipe de trabalho: "E por que não?". Repito: num processo criativo, após você expressar sua idéia, é absolutamente indispensável que a reação da sua equipe seja: "E POR QUE NÃO?". Esta reação significa um voto de confiança na sua idéia. Significa: "Sim, por que não tentar?" ou então, "Ok, vamos examinar melhor essa idéia e ver no que dá!". Sem esta postura receptiva, a boa idéia "morre" ali mesmo. É muito fácil "matar" uma boa idéia. Basta alguém retrucar, secamente, com uma das frases abaixo:
    * Não dá.
    * Não pode.
    * Não funciona.
    * Não dá certo.
    * Não acredito nisso.
    * Não tem mercado.
    * Não é possível.
    * É muito difícil.
    * Não compensa.
    * Não faz sentido.

    TERCEIRA PERGUNTA: "E QUE MAIS?" - Não basta apenas uma ótima idéia. Precisamos de várias. Dezenas, centenas, um monte delas. Quanto mais, melhor. Depois, que seja feita uma lista delas e sejam definidas prioridades.

    O passo seguinte deste processo de resposta às três perguntas, é aação. É o fazer acontecer. Idéias maravilhosas que não resultam em ações, não passam de brincadeira de "vamos ver quem é mais gênio?".
    Finalizando: quantas vezes você não já se surpreendeu diante do anúncio de um produto ou serviço inovador e se perguntou:"Caramba! Como ninguém pensou nisso antes?. Se isso acontece com relação a um produto ou serviço que não tem nada a ver com o que se fabrica na sua empresa, menos mal. Chato mesmo é quando se trata de um produto da concorrência. Você não vai esperar que isso aconteça, vai?

    Fonte: RH Portal